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5 coisas que você precisa saber antes de comprar uma máquina de cartão

Faz tempo que o dinheiro vivo está perdendo o lugar como protagonista na hora de comprar. Segundo dados do Banco Central, no ano passado, as compras com cartão de crédito passaram de R$ 674 bilhões e de R$ 430 bilhões no cartão de débito, o que equivale a um crescimento de 3% e 10%, respectivamente, em relação à 2015. Só para você ter uma ideia, hoje, 72% dos brasileiros já possuem algum tipo de cartão.

Os dados mostram que, sim, aceitar cartão tornou-se mais do que uma necessidade para o empreendedor que deseja manter os clientes atuais e também conquistar novos. De uma grande rede de lojas a um microempreendedor que não tem CNPJ, ninguém quer mais perder vendas. Mas escolher a maquininha de cartão ideal para o seu negócio não é uma tarefa fácil. Antes de optar por um dos modelos disponíveis no mercado, você precisa levar em conta pontos importantes. Ainda mais se você for dono de um micro e pequeno negócio. Quer ver?

Segurança, sempre

O Brasil é o segundo país no ranking de fraudes com cartões de crédito e, por isso, saber se a maquininha que você vai escolher está de acordo com os padrões de segurança internacionais é essencial. O PCI-DSS, por exemplo, que em português significa Padrão de Segurança de Dados da Indústria de Pagamentos com Cartão, tem objetivo de manter uma política de informações segura, protegendo os dados dos portadores de cartão.

Taxas transparentes, sem asteriscos

Saber exatamente as taxas que serão cobradas em cada venda com cartão, seja com débito, crédito à vista ou parcelada, é muito importante para, além de poder definir o preço final dos seus produtos, entender o quanto você realmente está lucrando com cada venda. Muitas operadoras de cartão não deixam suas taxas bem claras e pegam os empreendedores de surpresa na hora de fazer os pagamentos, pagando menos do que eles haviam entendido que receberiam.

Sem aluguel

Além das taxas por transação, muitas empresas cobram um aluguel mensal pela máquina de cartão. Por isso, é necessário avaliar se o seu negócio pode ou não arcar com mais este custo. Outras empresas, como a SumUp, optam pela venda da maquininha, que pode ser feita à vista ou parcelada em até 12x. Nestes casos, o interessante é que você não possui um custo fixo para ter a maquininha, por isso, mesmo que você não faça tantas vendas com cartão, vale ter uma e vender apenas quando quiser.

Pode antecipar parcelas

Dar a opção de parcelar a compra para o consumidor é uma forma de manter uma vantagem competitiva, ainda mais sabendo que 60% dos portadores de cartão fazem compras parceladas pelo menos uma vez por mês, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços. Entretanto, para os vendedores, muitas vezes, receber o dinheiro parcelado compromete a saúde financeira da empresa e prejudica a organização do fluxo de caixa. Por isso, é legal consultar se a operadora de cartões que você vai escolher possui algum plano de recebimento que antecipe as parcelas e quanto ele custa. Assim, você pode ter mais capital de giro e reinvestir esse dinheiro no próprio negócio.

Atendimento eficiente

É fundamental pesquisar sobre a empresa que está por trás da maquininha e entender qual é a reputação dela. Ela oferece garantia da maquininha? Em quais canais e horários o suporte poderá te ajudar, caso você precise? Escolher uma empresa em que você possa confiar é essencial à longo prazo: procure, por exemplo, pelo selo RA1000, que foi criado pelo site Reclame Aqui e destaca as empresas que possuem excelentes índices de atendimento e demonstram um enorme compromisso com o pós-venda e consideração com seus consumidores.

Lembre-se de tirar todas as suas dúvidas e comparar as diferentes propostas, para assim, ter certeza e estar escolhendo a melhor empresa para ser parceira do seu negócio.

Autor Escrito por Fernanda Guzzo







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